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6 de mai. de 2009

A FAMÍLIA EM TELA

O apóstolo Paulo, o grande paladino e bandeirante do Cristianismo, inspirado pelo Espírito de Deus, fala-nos de forma eloqüente sobre a família em Colossenses 3:18-21. Ele coloca a família em tela e nos ensina grandes princípios:
1. A ESPOSA DEVE SER SUBMISSA AO MARIDO COMO CONVÉM NO SENHOR
- V. 18 - A mulher não difere do homem em valor e dignidade. Porém, no casamento a mulher tem papel diferente do homem. Ela deve ser submissa ao seu marido. Submissão não é ser inferior, mas exercer uma missão sob a missão de outrem. Deus colocou o marido como cabeça da mulher. Cabe à mulher sujeitar-se ao seu marido com alegria, entendendo que este é o princípio da sua liberdade e felicidade. A Bíblia diz que a mulher deve ser submissa ao marido como a igreja o é a Cristo. A glória da igreja é ser submissa a Cristo. Quanto mais submissa a igreja é a Cristo mais livre ela é. A submissão da esposa ao marido é como convém no Senhor, ou seja, ela se submete ao marido porque é serva de Cristo, porque obedece a Cristo e vive para glorificar a Cristo. O papel da mulher não é competir com o marido nem dominá-lo. O projeto de Deus para ela é que ela se submeta a ele com espontaneidade e alegria.
2. O MARIDO DEVE AMAR A ESPOSA E NÃO TRATÁ-LA COM AMARGURA - V. 19 - Se a mulher é desafiada a imitar a igreja quanto à submissão, o marido é ordenado imitar a Cristo quanto ao amor. Nenhuma mulher terá dificuldade de submeter-se a um marido que a ama como Cristo amou a igreja. O amor do marido pela esposa deve ser perseverante, sacrificial, santificador e romântico. Ele deve cuidar da esposa e suprir suas necessidades físicas e emocionais. Cristo como o cabeça da igreja não a dominou com rigor despótico, mas a serviu e morreu por ela. O papel do marido é amar a sua esposa e quem ama declara que ama, tem tempo para a pessoa amada e procura agradá-la. O apóstolo Paulo alertou o marido também para o perigo de tratar a esposa com amargura. O marido deve ser sensível, carinhoso, atencioso e meigo com a esposa, tratando com dignidade e respeito. Ele deve elogiá-la, valorizá-la e demonstrar de forma prática o seu amor por ela.
3. OS FILHOS DEVEM OBEDECER AOS SEUS PAIS EM TUDO PORQUE ISTO É GRATO DIANTE DO SENHOR - V. 20 - Filhos bem-aventurados na vida são filhos obedientes aos pais. Este é um preceito bíblico. Os filhos precisam obedecer aos pais porque isto é justo, porque isto é uma ordenança divina e também porque a obediência é abençoadora. Filhos obedientes recebem a promessa de uma vida bem sucedida e longeva. Os filhos devem obedecer aos pais porque a autoridade deles foi conferida pelo próprio Deus. Resistir à autoridade dos pais é insurgir-se contra a própria autoridade de Deus. Os filhos devem obedecer a seus pais em tudo. Eles devem respeitar os pais e ouvir seus conselhos nas diversas áreas da vida. Os filhos devem cuidar dos pais e ser um refrigério para eles. Isso é grato diante do Senhor.
4. OS PAIS NÃO PODEM IRRITAR OS FILHOS NEM DESANIMÁ-LOS - V. 21 - Os pais irritam os filhos quando ensinam com palavras, mas não com exemplo; quando falam uma coisa e fazem outra; quando exigem dos filhos um comportamento exemplar, mas vivem de forma repreensível. Os pais irritam os filhos quando os tratam com rigor, com dureza, com palavras ásperas e apenas cobram, sem jamais encorajar e consolar. Os pais irritam os filhos quando não têm tempo para eles, quando priorizam os amigos e o trabalho em vez da família. O papel dos pais é criar os filhos na disciplina e admoestação do Senhor, servindo-lhes de exemplo. A função dos pais é andar e ensinar os filhos a Palavra de Deus, inculcando neles os preceitos do Senhor. Deixar de ouvir, de encorajar e de acompanhar os filhos, não apenas os irritam, mas também os deixam desanimados. É tempo de investirmos na família, nos relacionamentos, a fim de que nossos lares sejam o lugar mais gostoso de se viver na terra.
Rev. Hernandes Dias Lopes

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15 de fev. de 2009

AMARGURA, UM SENTIMENTO DESTRUIDOR

É natural que as pessoas diante das pressões, provações e perseguições da vida, reajam de modo diferente. Umas se revoltam e agridem, outras desanimam e se acovardam, outras se ressentem e ficam amarguradas. Este estado de espírito não somente desgasta e consome a própria pessoa, mas também, pode se projetar para a pessoa do agressor e até outras pessoas, de maneira terrível. Outro perigo muito sério é que, por alimentarmos o sentimento da queixa, podemos estar semeando resultados muito piores. Daí a razão para a advertência: “Não vos enganeis; de DEUS não se zomba; pois aquilo que o homem semear isso também ceifará”.
Vejamos como ocorreu com os filhos de Israel no Salmo 137. Eles estavam exilados na Babilônia por causa de seus pecados contra DEUS, passando por um estado de profunda angústia e depressão. Não podiam aceitar semelhante situação e, por isso, a amargura lhes consumia a alma, gerando uma reação de queixas e implicações claramente notadas em todo o teor do Salmo. O pecado do povo de Israel era a causa primária do exílio babilônico e, conseqüentemente, da amargura. Pecado gera amargura. Davi assim se expressou: “Enquanto calei os meus pecados, envelheceram os meus ossos pelos meus constantes gemidos todo o dia”. (Sl 32.3).

I – A amargura destrói a alegria de viver: “Às margens dos rios da Babilônia, nós nos assentávamos e chorávamos, lembrando-nos de Sião. Nos salgueiros que lá havia, pendurávamos as nossas harpas”. Vs 1 e 2.

II – A amargura destrói a capacidade de consolar os outros: “... pois aqueles que nos levaram cativos nos pediam canções, e os nossos opressores, que fôssemos alegres, dizendo: Entoai-nos algum dos cânticos de Sião. Como, porém, haveríamos de entoar o canto do SENHOR em terra estranha?” Vs 3 e 4.

III – A amargura gera um saudosismo estático: “Se eu de ti me esquecer, ó Jerusalém, que se resseque a minha mão direita. Apegue-se-me a língua ao paladar, se me não lembrar de ti, se não preferir eu Jerusalém à minha maior alegria”. Vs 5 e 6.

IV - A amargura destrói a capacidade de perdoar aos outros: “Contra os filhos de Edom, lembra-te, SENHOR, do dia de Jerusalém, pois diziam: Arrasai, arrasai-a, até aos fundamentos. Filha da Babilônia, que hás de ser destruída, feliz aquele que te der o pago do mal que nos fizeste. Feliz aquele que pegar teus filhos e esmagá-los contra a pedra”. Vs 7 a 9.

Conclusão: É certo que vivemos em um mundo cruel e mau. Às vezes temos que conviver com irmãos sem afeição fraternal, incompreensíveis e hostis. Situação esta que pode nos ferir e nos levar a um estado de amargura, mas é aí que vem a advertência adequada e oportuna do apóstolo: “... nem haja alguma raiz de amargura que, brotando, vos perturbe, e, por meio dela, muitos sejam contaminados”.

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3 de set. de 2008

POR QUE SER UM DIZIMISTA?

Uma verdade absoluta e inegável é que Deus é o dono de todas as coisas. Nada trouxemos para este mundo nem nada dele levaremos. Somos mordomos dos bens que Deus nos confia. Deus espera de nós fidelidade e o dízimo é um símbolo dessa fidelidade. A prática da devolução dos dízimos está presente tanto no Antigo como no Novo Testamento. Devemos honrar a Deus com as primícias de toda a nossa renda.
O profeta Malaquias elenca três razões imperativas pelas quais devemos ser fiéis na devolução dos dízimos:
1. Porque reter os dízimos é roubar a Deus (Ml 3.8)
– O dízimo não é nosso, é de Deus. O dízimo é santo ao Senhor. Não damos dízimo, devolvemo-lo. Reter o que não é nosso é roubo. Reter o dízimo é roubar a Deus (Ml 3.8). É apropriar-se indebitamente daquilo que deve ser consagrado ao Senhor. Reter o dízimo é desamparar a Casa de Deus. É deixar de cooperar com ele em sua obra. A retenção do dízimo é um sinal de enfraquecimento espiritual. Sempre que o povo se afastou de Deus, deixou de trazer os dízimos ao Senhor. Por isso, Malaquias diz que devemos nos tornar para Deus antes de trazer o dízimo de Deus (Ml 3.7). Quando trazemos nosso coração para Deus, os dízimos vêem junto. É importante ressaltar que Deus não precisa de dinheiro. Ele é dono de todo o ouro e de toda a prata. Ele quer nossa fidelidade. Deus sabe que onde está o nosso tesouro, aí estará o nosso coração. O amor ao dinheiro é a raiz de todos os males. Se servirmos às riquezas, não poderemos servir a Deus. Se confiarmos no dinheiro, não poderemos confiar em Deus. Se a nossa confiança estiver na provisão, não estará no provedor.
2. Porque reter os dízimos é roubar a nós (Ml 3.9-11)
– Apropriar-se indevidamente do dízimo de Deus é atrair maldição sobre nós em vez de bênção (Ml 3.9). É fechar as janelas dos céus sobre nós em vez de têlas abertas. É suspender o derramamento das bênçãos em vez de experimentá-las copiosamente (Ml 3.10). É dar espaço ao devorador na vida financeira em vez de vê-lo repreendido (Ml 3.11). É semear muito e colher pouco. É receber salário e colocá-lo num saco furado (Ag 1.6). A Bíblia diz que reter mais do que é justo é pura perda. Tentar enganar a Deus, trazendo apenas uma parte dos dízimos como se estivéssemos sendo fiéis na devolução é mentir ao Espírito Santo e esse pouco que trazemos Deus o rejeita e o assopra (Ag 1.9). Deus não é Deus de resto, mas de primícias. Quando o povo trouxe animais cegos, doentes e aleijados para o sacrifício, Deus não apenas rejeitou a oferta, mas também os ofertantes (Ml 1.8-10). O dízimo não é um expediente usado por Deus para subtrair de nós o que temos, mas um recurso de Deus para nos abençoar ainda mais. Dízimo não é subtração, mas multiplicação. Deus mesmo é quem nos dá a semente e quem multiplica a nossa sementeira.
3. Porque reter os dízimos é roubar os outros (Ml 3.12
) – Os olhos das nações estavam sobre Israel. Quando o povo de Deus o honrava na devolução dos dízimos, sua prosperidade e felicidade eram um testemunho eloqüente perante os povos. As nações, então, seriam atraídas para conhecer o Deus de Israel. Por outro lado, a desobediência do povo em trazer ao Senhor os dízimos, sinalizava sua decadência espiritual e essa atitude, afastava as nações do conhecimento de Deus. Nossas ações têm conseqüências não apenas em nossa vida, mas também, na vida dos outros. Quando retemos os dízimos privamos a nós mesmos de bênçãos e privamos outras pessoas também de verem em nós a graça de Deus. Reter os dízimos é roubar a Deus, a nós e aos outros. Reter os dízimos é contabilizar perdas financeiras, emocionais e espirituais. Reter os dízimos é um pecado de desobediência, infidelidade e incredulidade. Que Deus nos ajude a sermos fiéis ao Deus fiel. Que Deus nos ajude a devolvermos a ele o que lhe é santo, e isso em resposta ao seu dom inefável!
Rev. Henandes

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29 de ago. de 2008

O Novo Nascimento - João 3.3,5

Introdução: O primeiro discurso de Jesus foi um profundo sermão teológico. Simples, sim, mas prático. Aquele que nasce só uma vez, o homem natural, tem seu crescimento parcial: não conhece as coisas de Deus. Necessita nascer de novo, do Espírito, para ter vida espiritual.

1. A Necessidade do Novo Nascimento
O nascimento natural. O homem já nasce pecador (Rm 3.23). Se não nascer de novo, não entra no céu.
O céu é:
a) Lugar Santo. Como pode o pecador entrar lá, se não se sente bem no culto?
b) Lugar de glória e de luz (Ap 21.23). Como ficar lá, se rejeita a luz do Evangelho?
c) habitação dos santos. Como ficar diante de Cristo, se igrnoa a mensagem da cruz? Como ficar junto com os mártires, apóstolos e a multidão, lavados com o sangue de Jesus (Ap 7.13-15;22.14).
d) De santa ocupação: os salvos cantam o novo cântico e entoam aleluias. Como se sentirá ali, se vive na macumba, fume, bebe, joga, adultera e mente? (Ap 21.8;22.15)
O nascer de novo em Cristo (v.7). Muitos membros de igrejas foram batizados quando crianças, mas ainda não nasceram de novo (Rm 10.9,10). Têm seus nomes no rol da igreja local, mas os têm no Livro da vida? (Ap 20.15). Nicodemos era religioso, mas não salvo. Precisou nascer de novo!

Família crente. “Minha família é crente, por isso sou crente”! Nicodemos era de família religiosa e boa, mas Jesus lhe disse: “Necessário vos é nascer de novo”! Possuía educação esmerada e riqueza. Estas coisas são boas mas não salvam. Jesus não morreu debalde na crus do Calvário.

2. O que é o novo nascimento?

1. É o plano de Deus para a salvação. É bastante compreensível para aquele que ouve a voz do Espírito Santo (Hb 3.7,8,15). Só não o compreendem os de coração endurecido.
2. É vida nova em Cristo. O pecador está morto em delitos e pecados. Mas o Espírito Santo gera nele a nova vida em Cristo (2 Co 5.7; Ef 1.13; 1 Pe 1.3,23).

Conclusão:
Não importa se és religioso, se és rico e famoso, se tens boa formação cultural. Se ainda não aceitaste a Cristo com Salvador, necessário é nascer de novo. Aceita Jesus agora, e terás a vida eterna!

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30 de jul. de 2008

PERDÃO, A GRAÇA LIBERTADORA

Uma das questões mais complicadas é aquela que está relacionada com o perdão. Nós somos exigentes quando se trata de dar perdão e misericordiosos quando se trata de receber perdão. Mas a realidade é que todos nós somos culpados e carentes do perdão. A Bíblia diz que todos pecaram e não há justo nenhum sequer. Tendo isso em mente e considerando o que nos ensina a Palavra de Deus quero sugerir algumas perguntas:
1. QUAL O SIGNIFICADO DO PERDÃO? Quando falamos do perdão estamos falando do amor de Deus e da sua misericórdia, pois o Senhor perdoa e continua perdoando. Mas o que é perdoar? Perdoar é deixar o outro nascer novamente na nossa história sem as memórias que fizeram dele uma desagradável lembrança. O perdão tem a virtude de livrar-nos do passado, restaurar-nos para o presente e regenerar-nos par ao futuro.
2. QUAL A NECESSIDADE DO PERDÃO? Nós já sabemos que todos precisam do perdão. Perdoar e ser perdoado são duas faces da mesma moeda. Além disso, Jesus procura nos ensina que a nossa dívida contra Deus é infinitamente maior do que a dívida do outro contra nós. Quem foi perdoado de tão grande dívida não pode recusar perdão. Além disso, o perdão é necessário porque ele concede a graça libertadora do Senhor.
3. QUAL O PREÇO DO PERDÃO? É difícil perdoar exatamente porque custa caro, quem perdoa paga um preço muito alto. Imagine alguém que espalhou mentiras a seu respeito, que envenenou pessoas contra você e arruinou a sua reputação? Não é fácil mesmo perdoar alguém assim. Mas veja quanto você foi perdoado por Deus. Perdoar é dificílimo, porém, maior é o valor da ação perdoadora. O preço é alto mais é um investimento na nossa própria vida.
4. QUAIS SÃO OS IMPEDIMENTOS DO PERDÃO? Já sabemos que existe um custo e a maioria prefere não pagá-lo. Para muitos é melhor optar pela lei do “olho por olho” a lei da vingança. O orgulho é outro impedimento para o perdão, pagar na mesma moeda. Isso funciona como uma espécie de compensação psicológica, porém, é uma arma inútil da qual o crente jamais deve lançar mão, pois além de rebaixar o ofendido ela consolida o ofensor. Além disso, temos o ódio como outro impedidor do perdão. O ódio em si já se constitui numa ferida mortal trazendo várias conseqüências para quem o abriga no coração.
5. COMO PODEMOS PRATICAR O PERDÃO? Lembre-se que esta é uma arma espetacular contra o reino das trevas. O diabo procura dividir para subjugar, quando perdoamos e nos unidos ele cai frustrado com os seus desígnios. Para perdoar precisamos buscar em oração o poder da compaixão divina. Olhe para as suas próprias necessidades e para as necessidades da igreja e perdoa.

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30 de abr. de 2008

10 PASSOS PARA UMA VIDA FINANCEIRA EQUILIBRADA

1)- PRIORIZE O REINO DE DEUS. Buscai, antes, o REINO DE DEUS e todas essas coisas vos serão acrescentadas.

2) - DÊ PRIMEIRO O QUE É DO SENHOR. Honre o SENHOR com todos os seus recursos e com os PRIMEIROS frutos de todas as suas plantações;

3) - SEJA GENEROSO COM A OBRA DE DEUS E OS NECESSITADOSO GENEROSO. prosperará; quem dá alívio aos outros, alívio receberá. Provérbios 11.25(nvi)

4) - SEJA FIELO FIEL. será ricamente abençoado, mas quem tenta enriquecer-se depressa não ficará sem castigo. Provérbios 28.20 (nvi)

5) - ANDE EM RETIDÃO. Porque o SENHOR Deus é um sol e escudo; o SENHOR dará graça e glória; não negará bem algum aos que andam em RETIDÃO. Salmos 84.11(arc)

6)- NÃO DESPERDICE. Depois que todos receberam o suficiente para comer, disse aos seus discípulos: “Ajuntem os pedaços que sobraram. Que nada seja DESPERDIÇADO.” João 6.12 (nvi).

7)- NÃO COMPRE O QUE NÃO É ÚTIL. Por que gastar dinheiro naquilo que não é pão, e o seu trabalho árduo naquilo que não satisfaz? Escutem, escutem-me, e comam o que é bom, e a alma de vocês se deliciará com a mais fina refeição. Isaías 55.2(nvi)

8)- CUIDADO COM FIANÇAS. Não seja como aqueles que, com um aperto de mãos, empenham-se com outros e se tornam fiadores de dívidas;

9)- NÃO VIVA TOMANDO EMPRÉSTIMOSO. rico domina sobre o pobre; quem toma emprestado é escravo de quem empresta. Provérbios 22.7(nvi)

10) - TRABALHE COM ZÊLO. O preguiçoso deseja e nada consegue, mas os desejos doDILIGENTE são amplamente satisfeitos. Provérbios 13.4(nvi)

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6 de abr. de 2008

O QUE É A MENTIRA ?

A mentira é outro dos pecados mais em nossa sociedade, até ao ponto em que a consciência de muitos cristãos se tem tornando insensível e debilitada com respeito a esse pecado. Muitos crêem que "não se pode viver sem mentir." A mentira é convardia para não enfrentar a realidade. O homem justificar com mentiras, considerar que as mentiras são "piedosas", ou "por necessidade", ou para evitar problemas maiores. São justificativas ilusórias e sem fundamento, pois a falsidade e a mentira são imorais e contrárias á conduta que Deus requer dos homens.

DEUS PROÍBE E CONDENA A FALSIDADE E A MENTIRA
01- Não devemos enganar, mentir nem jurar falsamente (Lv. 19:11,12; Mt. 5:33-37).
02- Deus destruirá o mentiroso (Sl. 5:6)
03- Deus aborrece a mentira (Pv. 6:16-19; 12:22)
04- Pesos e medidas falsos são abominação ao Senhor (Pv. 20:10)
05- As medidas corrompem o homem (Mt. 15:18-20; Mt. 7:21-23)
06- A mentira manifesta a relação filial entre o homem e Satanás (Jo 8:43-47)
07- O engano é parte integral da profunda degradação do homem (Rm 1:28-32; Sl 58:3; 62:4)
08- Devemos deixar a mentira (Fe. 4:22-25; Cl. 3:9; Pe 2:1).
09- O engano torna a vida infeliz, porém Deus promete benção e bons dias aos que são verdadeiros (I Pe 3:10).
10- Deus condena a hipocrisia (Mt 6:2, 16-18; 15:6-8; Rm 12:9).
11- Os mentirosos não entrarão no céu, mas irão para o inferno (Ap. 21: 7,8,27; 22:15-16).
Marcello Britho

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31 de jan. de 2008

Características de Jesus

Cinco características marcantes na pessoa de Jesus. Esses são os pontos que destaco:


Paixão pelas Escrituras - Jesus era apaixonado pelas Escrituras. Aos 12 anos de idade já tinha argumentos para debater com doutores da Lei, isso significa que desde pequeno estudava as Escrituras. Quando foi tentado no deserto o seu argumento de defesa foi “está escrito”. Suas palavras sempre foram recheadas de referências aos textos sagrados.
Criatividade - Jesus andou sobre as águas, curou um cego com guspe, transformou água em vinho. Isso sim é criatividade. Ele usou formas não convencionais para se revelar como filho de Deus. Fantástico! Isso sem mencionar suas parábolas. Que Deus nos dê criatividade para transformar o normal em extraordinário.
Vida de Oração - Falar com o Pai em oração era algo prioritário para Jesus. Diversas vezes esteve a sós para conversar com Deus. Abandonava tudo e todos para a hora reservado ao seu Pai. Se era prioridade para Jesus, deve ser pra mim também.
Submissão - Toda a autoridade no céu e na terra foi dada à Jesus, mesmo assim ele se submeteu à vontade de seu Pai. Ele apenas fazia o que via Deus fazendo. Você já parou para pensar nisso? Cada passo e palavra de Jesus foi “copiado” de Deus. Aceitou se fazer humano, aceitou sofrer, aceitou ter fome e sede, aceitou morrer por nós pecadores. E Deus lhe deu o prêmio de sua obediência cega: a ressurreição!
Relevância - Suas palavras e parábolas eram extremamente relevantes para seus ouvintes. Ele falava do Reino de forma simples, clara e sem rodeios. Utilizava termos do cotidiano, como a agricultura, para transmitir o evangelho à um povo acostumado com esse linguajar. Ou seja, Jesus sabia com quem estava falando. Soube utilizar o contexto cultural que estava inserido. Porém seus princípios são eternos, sua mensagem é relevante para todas as gerações. Se não fosse este meme nem existiria.

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21 de jan. de 2008

Como Construir Atitudes Que Agradam a Deus

1 – Evite os pensamentos negativos. Encha sua mente das promessas de Deus (Pv 23:7b).

2 – Evite conversas negativas (I Co 15:33).

3 – Vença o conflito da mudança em seu interior. É difícil, mas comece a alçar altos vôos (Rm 12:2; 2 Co 3:18).

4 – Não tema o fracasso, avance! (Pv 29:25; Ec 7:8).

5 – Levante-se na hora difícil e busque a atitude correta! No meio da crise reanime-se para depender do Senhor (Pv 24:10).

Conclusão: Para começar uma nova história tenha a atitude de começar bem e terminar bem. Para Deus o que vale é como terminamos nossa carreira. Se você começou mal, há esperança. Recomece bem para terminar bem! (II Tm 4:7-8).


Somente com Jesus os nossos projetos poderão frutificar. Aceite-o hoje e a sua vida será mudada.

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21 de nov. de 2007

NINGUÉM PRECISA FICAR SOBRECARREGADO!

“O certo é que há muitos membros, mas um só corpo”(1 Co 12.20)
Por mais que pareça uma utopia para alguns, há uma maneira de fazer os trabalhos da igreja sem que ninguém fique sobrecarregado, porque a Bíblia afirma que Deus concedeu dons diversos para que a Igreja seja edificada.

Diante da afirmação bíblica, temos pessoas capacitadas por Deus para que trabalhem em todas as áreas da Igreja. Portanto minha visão é:

1. Cada irmão deve assumir um trabalho na igreja de acordo com os seus respectivos dons.

2. Ninguém consegue assumir e fazer bem feito mais de dois ministérios (salvo raríssimas exceções), portanto assuma um ou dois ministérios e faça-os bem feito!

3. Pastores e presbíteros são uma exceção, porque muitas vezes precisam assumir mais de dois ministérios, mas não é ideal.

4. Cada irmão precisa ter consciência que é essencial que ele trabalhe nas frentes da Igreja, quando ele não faz isto, das duas uma, ou o trabalho não é feito ou alguém fica sobrecarregado.

5. Alguns trabalhos precisam faltar para que os irmãos disponham-se a assumir estes trabalhos.

6. Somente servos podem realizar o trabalho de Deus bem feito.

7. Voluntários não servem para o trabalho de Deus.
Conclusão: Creio que precisamos repensar nossa forma de trabalhar na igreja, todos precisamos estar comprometidos com a obra de Deus.

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1 de nov. de 2007

A Igreja foi criada para crescer

O crescimento da igreja deve ser equilibrado: qualitativo e quantitativo. Crescer em qualidade de vida, em intimidade com Deus, na oração e em santidade e no caráter de Cristo. Crescer em quantidade, em número de pessoas salvas pelo sangue de Jesus. De modo algum podemos concordar que nossos filhos, parentes, amigos e estranhos que passam por nós continuem caminhando para o inferno, sem Cristo e sem salvação sem que nossa alma sinta dor, tristeza e responsabilidade. Temos uma missão: indo e fazei discípulos de todas as nações. Não é uma sugestão: “Ah, se quiserem e tiveram animados levem o evangelho as nações, se não fiquem aí ociosos”. Nada disso. É uma ordem do Senhor Jesus.
1 PARA TODA REALIZAÇÃO HÁ UM PREÇO. Olhemos sempre para Jesus. Ele pagou o alto preço para realizar a obra da redenção e fundar a Sua Igreja. O apóstolo Pedro fala que o custo do resgate pago por Cristo, para a nossa redenção foi altíssimo: Sabendo que não foi mediante cousas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados do vosso fútil procedimento que vossos pais vos legaram, mas pelo precioso sangue, como de cordeiro sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo (1Pe 1.18-19). Para continuarmos a obra de Cristo precisamos pagar o preço da renúncia, do sofrimento, da injúria e da entrega total da nossa vida ao Senhor. Para toda realização há um preço a ser pago. Não existe cristianismo sem cruz, não existe vida sem morte.
2 PARA TODO ALVO HÁ UM OPONENTE. Se você não souber para onde está indo, você poderá chegar a um lugar indesejável. Precisamos, portanto, ter alvos claros e definidos. Paulo dizia: prossigo para o alvo (Fp 3.14). Para todo alvo a ser atingido há oponentes. Jesus para alcançar o alvo do seu ministério suportou tamanha oposição dos pecadores contra si mesmo (Hb 12.3). Conosco não é diferente bem como no ministério da Igreja. O nosso alvo é a santidade de Deus. A nossa visão é sermos uma grande igreja missionária. E na busca destes alvos teremos que enfrentar oponentes.E o primeiro oponente a ser vencido sou eu mesmo, com todos os meus pecados e limitações. Há oponentes internos e externos, espirituais e materiais, visíveis e invisíveis. Para todo alvo há sempre, pelo menos, um oponente.
3 PARA TODA VITÓRIA HÁ UM PROBLEMA. A Bíblia diz que em Jesus Cristo somos mais que vencedores. Ele já garantiu a nossa vitória. A realidade, porém, é que para tomarmos posse desta vitória enfrentamos muitos problemas. Para entrarmos no reino de Deus passaremos por muitas tribulações (At 14.22). Paulo teve um ministério frutífero e vitorioso. Este ministério vitorioso foi marcado por muitos problemas: “Porque, chegando nós à Macedônia, nenhum alívio tivemos; pelo contrário, em tudo fomos atribulados: lutas por fora, temores por dentro” (2Co 7.5). Ser vitorioso é ser um solucionador de problemas. Vencer é superar e conviver com problemas. Para toda vitória há um problema.
4 PARA TODO TRIUNFO HÁ UMA RECOMPENSA. A principal motivação que leva uma pessoa a empreender é a recompensa. E a Bíblia afirma que “o nosso trabalho no Senhor não é vão” (1Co 15.58). Se desempenharmos bem a nossa tarefa, ouviremos da boca de Deus, o seguinte elogio: muito bem, servo bom e fiel (Mt 25.21). Este é o maior elogio e a maior recompensa que alguém pode receber (2Co 10.18). Um elogio assim motiva-nos a gastar a vida fazendo a vontade de Deus. Ele é o Deus que recompensa. Lembre-se: “Porque Deus não é injusto para ficar esquecido do vosso trabalho e do amor que evidenciastes para com o seu nome, pois servistes e ainda servis aos santos” (Hb 6.10). Não espere recompensas e reconhecimento de homens, mas preocupe-se com a recompensa divina.
Conclusão: Vamos trabalhar para o Senhor com afinco e vigor. Trabalhemos com Deus e para Deus, pois Ele já trabalha por nós. Porque “desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu Deus além de ti, que trabalha para aquele que nele espera” (Is 64.4). Pr. Jeremias Pereira

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14 de out. de 2007

O Reino de Deus é das Crianças

Mateus - 19 - 13 : 15
Para uma grande maioria, Reino de Deus apresenta-se como algo distante, intocável, difícil de ser alcançado. É uma definição voltada exclusivamente para o futuro, sem nenhuma manifestação presente, concreta e motivadora.
O texto acima oferece subsídios claros de como Jesus tratava essa e outras questões com objetividade, usando seus métodos simples e esclarecedores. Enquanto os adultos estavam preocupados com grandes acontecimentos, que talvez para eles significassem manifestações do Reino, Jesus resume tudo – e muito mais – na figura de uma criança. É dele a expressão: “Não as embaraceis de vir a mim, porque dos tais é o Reino dos Céus”. Ao abençoar aquelas crianças, o Mestre dá-nos lições vivas de que a benção pode ser vista como sinal de:
ESPERANÇA. A Bíblia está cheia de exemplos que mostram a alegria de um lar quando da chegada de uma criança. Os pais viviam a expectativa de transformação da sociedade, projetada na vida dos seus filhos. A chegada de uma criança provoca o renascer da esperança (por exemplo: Isaque, Samuel, João Batista, etc...). Em um mundo onde muitos esperam pelo nada. Vale a pena pensar em nossa atuação frente às crianças das nossas igrejas. É preciso reconhecer que muitas vezes nos tornamos insensíveis e/ou anestesiados diante da realidade humana. Não conseguimos mais transmitir esperança. Nessas horas, sempre é bom recordar o conselho do Apóstolo: “Esperança que se vê não é esperança (Rm 8:24).
SALVAÇÃO. Recordemos a atitude de Simeão quando tomou Jesus nos braços: “...Os meus olhos já viram a tua salvação” (Lc 2:30). Havia uma expectativa de mudança porque a salvação acabara de chegar. Ao abençoar as crianças, Jesus nos ensina algo novo no ar. Algo a ser descoberto, sentido e vivido. A benção de Jesus proporciona segurança às mães, estabilidade emocional às crianças e lição de vida aos discípulos.
REINO DE DEUS. O gesto de Jesus não deixa dúvidas. O Reino presente é algo visível, porque as crianças são habitantes eternas deste Reino. A incompreensão dos discípulos vem nos ensinar que as crianças têm lugar de destaque nos braços do mestre. Não é possível impedi-las porque o Senhor do Reino é quem quer recebe-las. Pensemos em nossas Igrejas!O sorriso de uma criança é algo sensibilizador. Talvez por isso o salmista chegou a dizer que “Herança do Senhor são os filhos” (Sl 127:3). Se recebemos uma herança, precisamos cuidar com carinho e consideração. Criança lembra estrebaria, de onde vem a esperança, salvação e Reino de Deus no meio de nós. Ao abençoar aquelas crianças, o Mestre deixou-nos a lição de que devemos ser bênçãos a todos aqueles que desejam viver sob os princípios do reino.Em um país como o nosso, onde milhões lutam desesperadamente pela sobrevivência, que sejamos uma voz profética a ensinar que a benção de Deus é um sinal vivo de esperança e salvação a todos os que desejam habitar no Reino que pertence ao Mestre dos mestres.

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4 de out. de 2007

A Mulher e a Multidão

Texto: Lucas 8:40
Introdução: "Quando Jesus voltou, a multidão o recebeu; porque todos o estavam esperando."No ministério de Jesus há referências a multidões que o seguiam, eram curadas, alimentadas…
Aqui vemos a multidão que apenas esperava:

2. Características da Multidão
a) Multidão que esperava Jesus.
b) Multidão no lugar certo.
c) Multidão que recebe Jesus.
d) Multidão que estava perto de Jesus.
e) Multidão que tocava e apertava Jesus.
f) Multidão que viu Jesus operar.

3. Uma mulher diferente
a) Uma mulher que como a multidão ESPERAVA Jesus no LUGAR CERTO e O RECEBEU que esteve PERTO de Jesus e lhe TOCOU mas em vez de VER foi CURADA por Deus

4. Diferença entre a mulher e a multidão
a) A mulher tinha FÉ - Acreditava em Cristo como a solução para o seu problema
b) A mulher AGIU de acordo com o seu coração – Tocou em Jesus porque esse toque era para ela o passo que no seu coração sentia ser necessário
c) A mulher CONFESSOU a Jesus – Quando Jesus perguntou a mulher teve a coragem de dizer publicamente a bênção recebida
d) A mulher foi CURADA e SALVA- Apenas umas pequenas diferenças mas que resultaram na operação de Deus.

5. Conclusão:
Queres ser como a Multidão ou como a Mulher?
Apenas ESPERAR (ASSISTIR) ou RECEBER (TER) Jesus?

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16 de set. de 2007

AS SETE ÚLTIMAS PALAVRAS DE JESUS NA CRUZ

Texto: Lc 23: 33-49
Introdução: A crucificação de Jesus Cristo é narrada nos quatro evangelhos, dando o quadro completo do sacrifício do Cordeiro de Deus pela sua salvação. (Lc 23:33-49; Mt 27:32-56; Mc 15:21-41; Jo 19:17-37).

I) Perdão
"Pai perdoa-lhes porque não sabem o que fazem" (Lc 23:34).
1) Jesus se deixa crucificar pelos pecados do mundo
2) Jesus de deixa crucificar pelo perdão da humanidade

II) Abertura do Céu
"Em verdade te digo que hoje estarás comigo no paraíso" (Lc 23:43).
1) Jesus se deixa crucificar pela salvação dos perdidos
2) Jesus se deixa crucificar para nos abrir o caminho e as portas do Céu

III) Amor e Proteção
"Mulher eis aí o teu filho... eis aí a tua mãe". (Jo 19:26-27).
1) Jesus se deixa crucificar por amor, para proteção do mundo.
2) Jesus recomenda Sua mãe a João e este a Sua mãe, proclamando a grande fraternidade da família de Deus.

IV) Substituição
"Deus Meu, Deus Meu, porque Me desamparaste?" (Mt 27:46 e Mc 15:34).
1) Jesus se deixa crucificar no lugar dos pecadores (II Cor 5:21).
2) Jesus se esvazia da Divindade, para dar aos perdidos a plenitude da vida eterna.

V) Sede de Redenção
"Tenho sede" (Jo 19:28).
1) Jesus morre, para dar a Água da Vida aos perdidos
2) Jesus anseia pelo mundo remido da sequidão do mal e do pecado.

VI) Consumação da Redenção
"Está consumado" (Jo 19:30).
1) Jesus fica satisfeito de ver consumado Sua Obra de Redenção, Sua Vitória sobra a morte.
2) Jesus contempla o mundo remido pela Sua morte, que trás a vida.

VII) Entrega ao Pai
"Pai nas Tuas Mãos entrego o Meu Espírito" (Lc 23:46).
1) Jesus expira nas Mãos do Pai, para trazer a vida com abundancia – Jo 10.10b.
2) Jesus reina no mundo espiritual, abrindo ao mundo o Reino de Vida Eterna – (Ap 1.18).

Conclusão: Sete palavras de completa salvação... O sangue de Jesus Cristo nos lave de todo mal, de todo o pecado, e nos conceda a vida abundante aqui e a salvação eterna – (1 Jo 1.7).
Aceite a Jesus como o seu salvador e terás salvação eterna.

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28 de ago. de 2007

O Dilúvio – Juízo sobre o mundo

Texto base: Gn 7.1-5.

Introdução: em resposta à corrupção humana, Deus enviou o dilúvio sobre a terra. Aquele foi um ato de juízo divino sobre a humanidade e, assim como a destruição de Sodoma e Gomorra, simboliza o Juízo Final e as catástrofes apocalípticas que o precedem.

1– Os dias que antecedem a segunda vinda de Cristo são comparados ao dias de Noé (Mt 24.37). O pecado domina a humanidade, que se mostra distante de Deus e indiferente aos seus propósitos.

2– O pecado provoca a ira de Deus, que será derramada sobre a terra em forma de castigo (Ap 16.1). Além das conseqüências naturais que acompanham o pecado, ele trará também o castigo divino.

3– A misericórdia precede o juízo. Deus oferece oportunidade e um tempo para arrependimento (Hc 3.2). Antes de mandar o dilúvio, Deus providenciou um meio de salvação. A arca de Noé pode ser comparada à Igreja, preparada para acolher aqueles que desejam ser salvos pela obra de Cristo.

Conclusão: o juízo divino virá em breve. Não fique fora da arca. Aceite o convite de Deus e seja salvo antes que a porta seja fechada.
Anísio Renato de Andrade

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25 de jul. de 2007

A pessoa que Deus usa

A pessoa certa no lugar certo.Em II Reis 5.1-12 encontramos a narrativa da cura miraculosa do general Siro Naamã. Naamã era leproso e foi ao encontro de Eliseu em Israel, onde recebeu a ordem do profeta pára lavar-se sete vezes no Jordão. Tudo isso aconteceu, porque as tropas da Síria haviam seqüestrado uma jovem em Israel, que foi vendida como escrava e esta foi parar na casa de Naamã onde deu a informação sobre o profeta Eliseu. Quem diria que aquela menina poderia ser um instrumento nas mãos de Deus? Tudo conspirava contra a jovem israelita escrava na Síria: fora privada da família e do afeto; as dificuldades culturais, lingüísticas, sociais e religiosas; estava condicionada a uma vida sem expressão, sem reconhecimento e sem oportunidades. Mas lá estava ela e ela se tornou, por causa da Soberania Divina, uma pessoa certa no lugar certo e fez o que era certo e foi poderosamente usada por Deus.
1. A PESSOA QUE DEUS USA SERVE INCONDICONALMENTE, quer seja favorável, quer não (v3). Esta menina fora ouvida pela esposa de Naamã, provavelmente, porque desempenhava com presteza aquilo que lhe era solicitado. Imagine a cena: uma escrava dando conselhos para a sua senhora? Isso jamais aconteceria a não ser que ela tivesse, com seus serviços e fidelidade, capturado o coração da sua senhora.
2. A PESSOA QUE DEUS USA É SENSÍVEL ÀS NECESSIDADES DO PRÓXIMO. Esta menina não tinha motivo algum para desejar a cura do seu senhor, afinal de contas ela era uma escrava naquela casa. Entretanto, ela não se deixou dominar pela revolta, amargura ou ódio, mas se revestiu do amor a Deus a ao próximo e enquanto servia se interava das necessidades daqueles que a cercavam. Só mesmo uma pessoa sensível e cheia de amor percebe as necessidades das pessoas.
3. A PESSOA QUE DEUS USA, CRIA E APROVEITA AS OPORTUNIDADES. Esta menina não estava presa às suas obrigações nem aos seus sonhos de um dia se libertar daquela escravidão e voltar à sua terra natal. Ela não se enclausurou na redoma da autocomiseração, pelo contrário, ela se abriu para a vida, para as pessoas e para o sofrimento dos seus patrões. Esta menina era uma pessoa feliz, porque somente as pessoas felizes se preocupam com o sofrimento e a necessidade das pessoas. Imagino que ela “orou”, aguardou, criou e aproveitou a oportunidade, possivelmente em um momento de reclamação da patroa, quando esta, involuntariamente, comentou o sofrimento do marido. Pronto, bastava para aquela menina entrar em cena e “testemunhar” do poder de seu Deus.
4. A PESSOA QUE DEUS USA, SUBMETE SUA VIDA, PLANOS E SONHOS AO SENHOR. Diz o versículo 2 que as tropas da Síria levaram cativa uma menina. Ela foi levada. Fico imaginando o que uma pobre criança indefesa poderia fazer frente ao ataque de um exército inimigo? Nada, absolutamente nada, se não se entregar e se deixar levar. Pois foi isso que ela fez. Ao se entregar sem resistência, sem reservas, sem queixas e sem agressões àqueles que a capturam, ela estava entregando o seu destino Àquele que estava tecendo um lindo tapete com fios de ouro. Aquela menina entregou toda sua existência àqueles que a capturaram, mas aqueles que a capturaram estavam a serviço daquele que tem o poder para capturar corações, afinal de contas Naamã chegou àquela posição graças a ação de Deus, porque foi o Senhor quem o colocara naquela posição, pois ele estava a serviço do Rei (v 1)
CONCLUSÃO: O Senhor Jesus mesmo “... subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação o ser igual a Deus antes, a si mesmo se esvaziou, assumindo a forma de servo...” e como servo ele se colocou entre Deus e os Homens, entre a Luz e as Trevas, entre a Vida e a Morte. A humanidade continua leprosa, apesar dos títulos, e carente do amor de Deus. O propósito de Deus ao te salvar foi transformá-lo em alguém que Ele pudesse usar. Você pode ser a pessoa que Deus deseja usar se simplesmente dispor o coração a servir incondi-cionalmente, suprir a necessidade do próximo, aproveitar as oportunidades e se submeter totalmente a Ele.Naamã foi curado tanto no físico como no espírito. Ele foi curado do paganismo, da lepra e do pecado graças a uma pessoa certa no lugar certo fazendo o que era certo.
Rev. Roberto T. dos Santos

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4 de jul. de 2007

A igreja cheia do Espírito

Nesta meditação veremos que a igreja que cresce é a igreja cheia do Espírito Santo, com base em Atos 2. Desde que o Espírito Santo foi enviado no dia de Pentecoste, ele está presente na comunhão do povo de Deus e atuando no mundo através desse povo. Mas, podemos entristecer (Efésios 4.30), resistir (Atos 7.51) e até mesmo apagar (1 Tessalonicenses 5.19) o Espírito. Daí, a necessidade de obediência à ordem "enchei-vos do Espírito", cultivando atitudes permanentes de louvor, de gratidão e de submissão aos irmãos no temor de Cristo (Efésios 5.18-21).


1. A igreja cheia do Espírito cresce porque causa impacto no mundo com a sua presença

Diante da evidência da realidade celestial na vida da igreja (Atos 2.1-13), o mundo reage com zombaria (estão bêbados) ou com perguntas sobre o significado do que está acontecendo (o que quer isto dizer?). O testemunho é, então, resposta às perguntas que são feitas à igreja (Atos 2.14-15).Esse impacto deve ser sentido hoje através da presença dos cristãos nas diversas áreas da sociedade.

2. A igreja cheia do Espírito cresce porque em resposta às indagações do mundo ela anuncia, de maneira eficaz, a Jesus como Salvador e Senhor

O ministério, morte, ressurreição e ascensão de Jesus são apresentados como cumprimento das profecias e como fatos históricos incontestáveis (Atos 2.14-36). A este Jesus rejeitado e crucificado pelos homens, "Deus o fez Senhor e Cristo". A mensagem clara e precisa atinge os corações como flecha e provoca reação positiva de grande número de ouvintes (Atos 2.37).

3. A igreja cheia do Espírito cresce porque gera compromisso naqueles que são alcançados

À pergunta "que faremos, irmãos?", Pedro responde de maneira precisa e indica o arrependimento e o batismo como condições para o perdão dos pecados e para que recebam também o Espírito Santo e tenham a mesma experiência celestial (Atos 2.37-39). Resultado: os que aceitam a palavra são batizados e quase 3000 pessoas são acrescentadas à comunhão da igreja (Atos 2.41).

Conclusão

Sejamos dignos herdeiros desse movimento do Espírito que foi desencadeado a partir daquela reunião no cômodo de uma residência (cenáculo), mas que extravasou para as ruas, atingiu os lares, impactou o império romano, foi vitorioso nas perseguições, libertou-se de corpos estranhos que nele se infiltraram, chegou até nós e deve prosseguir até que o evangelho alcance todas as nações antes da volta de Jesus.

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28 de jun. de 2007

COMO EXPERIMENTAR A VONTADE DE DEUS

A vontade de Deus é boa, perfeita e agradável. Mas, como conhecê-la e experimentá-la? Em Romanos 12.1-2, o apóstolo Paulo nos oferece três princípios para conhecermos e experimentarmos a vontade Deus:
1. A apresentação (Rm 12.1)O apóstolo Paulo diz: “Rogo-vos, pois, irmãos pelas misericórdias de Deus, que apresenteis vossos corpos como sacrifício vivo, santo e, agradável a Deus, que é o vosso culto racional”. Depois de expor sobre a gloriosa salvação que recebemos pela fé em Cristo, Paulo insta a igreja para demonstrar essa verdade através de uma vida de consagração. Nossa consagração a Deus é uma resposta ao seu amor, uma reação à ação da sua misericórdia dispensada a nós. Na antiga dispensação os animais do sacrifício iam arrastados ao altar, involuntariamente, mas nós devemos voluntariamente oferecer o nosso corpo a Deus como um sacrifício vivo, santo e agradável. Nosso corpo foi comprado pelo sangue de Cristo; é morada do Espírito e habitação de Deus. Portanto, deve ser oferecido a ele como um sacrifício vivo. Nosso corpo não é destinado à impureza, por isso sua entrega precisa ser um sacrifício santo. Nosso corpo é para o Senhor e por isso, seu sacrifício precisa ser agradável, ou seja, sem mácula. O apóstolo Paulo diz que essa consagração é que constitui o nosso culto racional. A palavra “racional” significa lógico, coerente, autêntico. O culto que agrada a Deus é aquele onde há coerência e consistência entre o altar e o trabalho, entre o templo e o lar, entre a adoração e a vida. O culto que prestamos a Deus no altar é vazio de significado se não é acompanhado por uma vida de obediência e fidelidade a Deus (Is 1.15; Am 5.21-23; Ml 1.6-10).
2. A inconformação (Rm 12.2) O apóstolo Paulo diz: “E não vos conformeis com o presente século...” (Rm 12.2). O crente não vive numa bolha espiritual, mas no mundo. Ele foi salvo do mundo, está no mundo, mas não pertence ao mundo. Os valores do mundo não são mais os seus valores. A ética do mundo não é mais a sua ética. O crente tem, agora, a mente de Cristo. Conformar-se com o mundo é adaptar-se ao seu sistema. É se com o mundo é adaptar-se ao seu sistema. É abraçar seu relativismo. É entrar no seu esquema. O mundo tem uma fôrma que está sempre mudando de acordo com suas conveniências. O mundo não tem um padrão absoluto de conduta. Ele está entregue ao relativismo moral e à decadência dos costumes. A lei da vantagem prevalece nos acordos comerciais e nos relacionamentos. As pessoas existem para serem exploradas e não para serem servidas. Os desejos da carne existem para serem atendidos e não controlados. O prazer carnal deve ser consumado sem levar em conta a verdade de Deus ou o amor ao próximo. A ética do mundo é egoísta, é imoral, é atentatória contra Deus e contra o homem. Se quisermos, portanto, experimentar em nossa vida a vontade de Deus não podemos nos conformar com esse sistema corrompido de valores. O crente é uma pessoa inconformada com a filosofia prevalecente no mundo. Ele não ama o mundo nem é amigo do mundo. Ao contrário, ele é luz do mundo; tão oposto a ele como a luz é das trevas; tão necessário a ele, como a luz é para trazer claridade na escuridão.
3. A transformação (Rm 12.2)Agora, o apóstolo complementa: “... mas, transformai-vos pela renovação da vossa mente...” (Rm 12.2). A ética do mundo está em constante mudança. Aquilo que era vergonhoso ontem é aplaudido hoje. Os princípios de Deus, porém, são imutáveis. Temos um padrão absoluto. Não precisamos ficar confusos e perdidos nos labirintos da dúvida. Jesus Cristo é o nosso modelo. Quando olhamos para ele e estudamos sua Palavra, somos transformados progressivamente em sua própria imagem. Avançamos para o alvo rumo à estatura do varão perfeito. Somos, então, transformados de glória em glória, avançamos de fé em fé e caminhamos de força em força até entrarmos na glória, onde teremos um corpo semelhante ao corpo da glória de Cristo. A vontade de Deus não é conhecida por meios místicos, mas através de uma vida de consagração, onde nos apresentamos a Deus, nos inconformamos com o mundo e somos transformados pela renovação da nossa mente.
Rev. Hernandes Dias Lopes

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